quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Capítulo 13

                 Ao retornar a taberna na manhã seguinte Vítor encontrou Thomás Dormindo em uma mesa, Maurílio Chorando em um canto da sala, Paulo dormindo em cima doutra mesa, Arnaldo permanecera no mesmo lugar, porém, agora, não haviam mais garotas, mas em compensação no teto acima de Arnaldo haviam dois buracos.
                -Maurílio eu sinto muito cara! – Disse Vítor
                -Você não entende!
                -Não entendo o que?
                -Quando acordei hoje de manhã e me dei por conta do que tinha feito, eu matei ele.
                -Relaxa cara era só o Chupa.
                -Mas eu acho que não fui cruel o suficiente! – Respondeu Maurílio
                -O que você fez?
                -Fiz ele engolir uma coruja de pelúcia que achei no chão!
                -Mas já passou, agora pegue suas lágrimas e vamos comprar um barco.
                Virou-se e foi até Thomás.
                -E ai Mano ta melhor?
                - Estou, o Maurílio deu um jeito no...
                -Eu sei! - Interrompeu Vítor – Mas agora me diga, qual é a dos buracos no teto?
                -Arnaldo começou a sonhar com minhocas, inchou, e arremessou as moças teto a fora!
                -Ok, me da um minuto para falar com o Paulo.
                Foi até a mesa onde Paulo dormia em cima das cartas.
                -Cara você ta pior que o Maurílio e nem bebeu!
                -Mas eu sou o cara mais rico da cidade – Disse Paulo com uma carta colada na testa.
                -Não esse é o Maurílio, ele chora diamantes!
                -Porra! – Disse Paulo indignado.
                Foi ai que as portas se abriram e entrou Janaína.
                -Gente algo terrível aconteceu! Acho que esqueci minha corujinha aqui no bar ontem a noite! Você a viram? – Gritava ela desesperada.
                -Bem... Uh... Você não devia se apegar tanto as coisas materiais – Disse Thomás.
                -O que foi que aconteceu com ela? Diga homem! Diga! – Gritava ela.
                -Não sei, eu não sei.
                -Ou diz ou morre! – Disse ela irada.
                -Ta eu admito! O chupa comeu ela! – Respondeu Thomás amedrontado.
                -Ta ai, eu era única pessoa que não odiava esse chupa, mas agora eu odeio! Cadê ele? – Perguntou ela.
                -Morreu engasgado com a coruja que ele comeu sozinho! – disse Thomás pausadamente e piscando para Maurílio.
                -Minhocas Não! – Gritou Arnaldo que acabara de acordar por conta de um pesadelo.
                -E ai Arnaldão! Soube que se desse bem ontem em? – Disse Vítor
                -Foi fiz sucesso – Disse ele.
                -Ta na hora de ir! Não temos mais tempo, eu não tenho mais coruja e o mundo que se exploda, então vamos logo. – Determinou Janaína.
                Seguiram para o porto onde compraram o maior barco que estava a venda, lado positivo de Maurílio ter passado a noite aos prantos.
                Mal chegaram em alto mar, a umidade aumentou, fazendo com que o cabelo de Vítor aumentasse ainda mais o volume e começasse a atrapalhar os ventos que sopravam as velas do barco.
                - Quá! Quá! – Gritava Alberto Jorge desesperado pela situação de seu dono.
                Ao ver o desespero do pato Janaína teve uma ideia, falar com o bicho, afinal, este já convivia com Vítor a mais tempo, com certeza teria ideia do que fazer.
                -Quá, quá, quá, quá? – Perguntou Jana
                -Quááááá, quáá quá! – Respondeu o pato
                -Quáááralho – Gritou Janaína que parecia com raiva do pato.
                -Quáááá, quá, quá – Respondia o pato tão irado quanto.
                -Ih... acho que ela surtou de vez – Comentou Paulo.
                -Acho que é a falta da coruja que faz isso – Respondeu Thomas.
                Minutos depois Janaína voltou para os amigos com um sorriso no rosto.
                -Alberto Jorge e eu tivemos uma ideia! – Anunciou
                -O que? – Perguntaram os outros.
                -Para baixar o volume só precisamos, molhar o cabelo dele!
                -Eu concordo em parte, mas como vamos molhar uma cabeça desse tamanho? – Arguiu Maurílio.
                -Tenho algumas ideias – Falou Janaína olhando sugestivamente para o mar a volta deles.
                -Não! Você não vão me jogar no mar, lá tem tubarões e além do mais...
                “TCHIBUM”
                O cabelo de Vítor absorveu tanta água que fez o nível do mar baixar um pouco. Ao trazerem ele de volta pro barco ele só disse uma frase que assustou a todos.
                -Vocês já imaginaram se um cabelo como o meu da caspa? Ia ser uma super caspa e...
                E assim rasparam a cabeça dele.
To be continued...

9 comentários:

  1. Alguém por favor chingue o comentário nada haver do chupa no post anterior... puts...

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  2. Massa a do quaralho :D (xupa vai se fuder)
    Arnaldoo kikaaaaaaaa o//// (lembrar da aula de hoje)

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  3. ta mto bao me fiu

    beijinho arnaldao

    by Xupa

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  4. Quá, quá, quá, queck!

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  5. Vou chamar a Janaína para traduzir o último comentário, lembrandoq ue assinar com o outras pessoas e animais fictícios ou reais é falsidade ideológica, pessoas que cometerem esse crime serão severamente punidas assim que eu tomar coragem de... esquece façam o que quiserem!
    Saporra

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  6. Não vou traduzir nada e vocês vão ficar sem saber o que tinha no comentário ... aliás, você é tão engraçado Alberto Jorge kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  7. Quack! Queck! Quá,quá?

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Técnico em manutenção de computadores e estudante de jornalismo da UFAL, desde sempre manifestou grande interesse pelo uso e manutenção de computadores, começando desde cedo suas aventuras e experiências com hardware e software. Deixando de lado a área da informática, gosta muito de ler e escrever sobre os mais diversos temas.