quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Capítulo 4

               -Boa tardi, meu nomi é Chupa. Vocéis devem está atraiz du meu mestri né? – Disse a escrota criatura.
                -Suponho que sim – Respondeu Maurílio
                -Então me digam pra mim, quais os puderes de vocéis?
                -Ele incha, eu respiro debaixo d’água, ele chora diamantes – Disse Paulo
                - Tu chora diamante?
                - É!
                -Que viado!
                -Chupa que zuada é essa ai fora?
                -Mestre elis quereim flar com vocé!
                -Precisamos de ajuda nobre cavaleiro, sabemos que és ocupado, mas seria de grande valia tê-lo em nosso grupo – Disse Maurílio com uma reverência.
                - Todo mundo é  viado assim que nem ele?
                -Não- Responderam os outros
                -Então ta bom, não estou fazendo nada mesmo, a propósito meu nome é thomás.
                -Por que ele está vindo com a gente?  - Perguntou Arnaldo apontando para chupa.
                -Às vezes, assim, quase nunca, ele recebe mensagens paranormais, o que pode ser útil-Respondeu Thomás.
                -Ahh!
                Mal acabaram de falar, Chupa começou a se estrebuchar e babar no chão.
                -Por que ele ta dançando “Rala a checa no chão”? – Perguntou Paulo.
                -Não é isso, ele está tendo uma visão.
                -Sir Erick, Sir Erick... – Repetia Chupa.
To be continued...

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Técnico em manutenção de computadores e estudante de jornalismo da UFAL, desde sempre manifestou grande interesse pelo uso e manutenção de computadores, começando desde cedo suas aventuras e experiências com hardware e software. Deixando de lado a área da informática, gosta muito de ler e escrever sobre os mais diversos temas.