Tudo se tornou ainda pior porque Arnaldo havia desmaiado do susto e não parava de inchar, foi ai que veio a brilhante ideia:
-Vamos furar ele – Gritou Thomás.
-Não, ele é muito espesso – resmungou Maurílio em prantos.
-Cara porque você ta chorando? – Perguntou Paulo.
-Meu amigo vai morrer, é nessas horas que eu vejo o quanto eu o amo – Respondeu Maurílio, que agora encontrava-se em meio a dois montes de diamante.
-Já sei! Como meu pulmão tem fôlego infinito, vou sugar todo o ar dele com um boca- a – boca – Gritou Paulo.
-Aê se você quer dar a bunda diga – Disse Thomás.
-Mas o que vamos fazer então?
Enquanto nossos Heróis discutiam, o tempo se tornava cada vez mais escasso, foi ai que foram surpreendidos por outro rapaz.
- O que está acontecendo aqui? Essa tremedeira assustou meu pato de estimação.
-Hein? – Exclamaram todos.
O rapaz aproximou-se de Arnaldo e fez sua cabeça crescer até parecer um enorme cotonete.
- Que porra é essa – Disse Paulo.
O rapaz que agora já encontrava-se de frente para o desacordado Arnaldo, o cabeceou na parte mais visível, a barriga, o que fez com que Arnaldo acordasse do desmaio. Uma vez acordado ele desinchou.
Enquanto todos pulavam e comemoravam, o rapaz que salvara Arnaldo parecia procurar algo.
-Cara você ajudou a gente, mas o que você está procurando? – Perguntou Thomás.
-Procurando o Alberto Jorge, meu pato.
-A gente ajuda, mas antes, qual seu nome?
-Vítor, mas pode chamar de Cotonete Humano.
- KKKKKKKKK, porra já bastava um que chora diamante, agora temos um cotonete humano! – Gritou Paulo
- Pelo menos eu sou útil, você queria beijar o gordinho.
-Ei eu sou útil! - Retrucou Paulo
-Mas queria beijar ele né danado?
-Mas como porra você sabe disso? Você nem estava aqui!
-Na verdade, venho seguindo vocês desde que encontraram com eles – Disse Vítor apontando para Thomás e Chupa.
To be continued...

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