terça-feira, 26 de julho de 2011

2ª temporada/ Capítulo 2

-Genti vucéis num pareci muitu feliz em mim vê naum!
-Isso porque não estamos! - Disse Maurílio cruzando os dedos como só ele sabe fazer.
-Mar océis num mim invocarum de volta.
-Não era pra ser você, era para ser meu cágado, Adamastor Paixão! - Gritou Arnaldo invocado!
Chupa ia começar a falar, porém, para a felicidade de todos, ele começou a estribuchar no chão no chão e a gritar.
-“Gente Sou eu paulo! Por favor me ajudem!”-Disse Chupa.
-Por que faríamos isso? - Perguntou Maurílio.
- “Poque eu sou mais útil vivo!” - Retrucou chupa, porém com a voz de paulo.
-Eu discordo – Disse Maurílio – E vocês? - Disse olhando para os companheiros que olhavam para cima e assobiavam como se não estivessem ouvindo nada da conversa.
- “Se não tivesse eu para morrer, poderia ter sido você”.
-Justo, então vamos salva-lo né pessoal?
-É pode ser, não estamos fazendo nada mesmo – Disseram os outros.
-Como te salvamos? - Perguntou Maurílio ao Chupa estribuchante.
-“Vocês devem descer para o reino de Hades, até as profundezas do rio da morte, velejando em uma balsa perigosa e retirar meu espírito do rio levar de volta para o meu corpo!”
-Você foi desintegrado, não tem corpo. - Disse Maurílio com ar de superioridade.
-“Mas que hell, tinha esquecido esse detalhe, falo com vocês quando pensar em algo”
-Espírito burro, então vamos pra casa? - Disse Maurílio.
-Nossa o Maurílio agora só quer ser o líder do grupo kkkk – Disse Vítor.
-Né! - Concordou Janaína..
-Ele pode ele tem uma bola. - Disse Thomás.
-Você fica tão sexy liderando – Disse Erick, enquanto apertava a bunda de Maurílio.
                -Num intendi muitu beim não – Disse Chupa
-Cala a boca seu bocó, não era nem pra você tá aqui – Disse Arnaldo dando um pedala em Chupa.
-Quá – Disse o pato.
Esperaram por horas pelo contato de Sir. Paulo e quando eles estavam prestes a desistir e voltar pra casa, chupa começou a o seu belo processo de comunicação com o além.
-Faltou tão pouco para irmos embora. - lamentou Maurílio.
-“Encontrei a solução, após muito conversar com outros espíritos, descobri que a um jeito de reconstruir qualquer matéria física que existe ou existiu na face da terra!” - Disse chupa, com a voz de Paulo.
-Que é? - Perguntou Vítor.
-“Primeiro você terão que ir até as profundezas do mar e encontrar a cidade perdida de Atlântida, lá na biblioteca de Atlântida encontrarão todas as respostas.”
-Qual parte de cidade perdida você não entendeu? – Perguntou Maurílio.
-Maurílio parece que virou homem de repente – Cochichou Jana para Arnaldo.
-Eu sempre achei ele muito máscu...digo... legal – Respondeu Arnaldo.
-“Mas achar Atlântida é o menor de seus problemas, conversava com uma amigo de pós-vida e ele disse que o filho dele é um dos poucos sobreviventes do antigo império de Atlântida, você devem encontrá-lo, seu nome é Arthur Leitão, ele mora nas montanhas geladas do Sul”
-Tá, agora vamos ao que importa, você viu o Adamastor Paixão por ai? - Perguntou Arnaldo.
Mas antes que paulo respondesse chupa retomou a consciência.
-E como vamos achar esse tal de Arthur Leitão? - Perguntou Vítor.
-Eu tive uma ideia! - Gritou Thomás
-Qual? - Perguntaram os outros.
-Primeiro vamos precisar de esquilos gigantes e...


To be continued...

segunda-feira, 6 de junho de 2011

2ª temporada/ Capítulo 1


Previously on Fundão's Story...
          

  Nossos heróis derrotaram todos os inimigos criados pela bruxa má e emfim encontraram Sir Erick, mas para infelicidade de todos cairam em uma terrível armadilha, que os aprisionou em um calabouço.
-----------------------------------------------------------------

-Galera, quem não conhece, esse aqui é o Erick! – Anunciou Paulo.
-Ui gostosos, exceto tu cabeçuda do hell! – disse Erick apontando para Janína.
Após um abraço do urso coletivo, e de ouvir as críticas de Janaína ao mesmo, os nossos heróis partiram a fim de achar a saída do labirinto, e após cinco horas de procura incessante eles finalmente desistiram.
-Caralho, esse labirinto me deixa confuso! - Exclamou Paulo.
-Ah vá! - Disse Janaína.
-Justo- Disse Maurílio.
-Eu to com fome, faz mais de seis horas que eu não como. - Disse Arnaldo.
“ROOOOOOONC”
-Que foi isso? Fizeram as paredes tremer?!- Gritou Janaína.
-Minha barriga dizendo que tá com fome! - Disse Arnaldo.
-Espera um pouco! Já sei como vamos sair daqui! - Disse Vítor.
-Como! - gritaram todos ao mesmo tempo o que fez um pedaço do teto despencar.
-Viram? O lugar está caindo aos pedaços, vamos todos gritar ao mesmo tempo.
Entre gritos e roncos advindos da barriga de Arnaldo eles conseguiram derrubar um pedaço do teto, nada estrondoso, tinha mais ou menos a experrusa de um praço, então Arnaldo falou:
-Gritar não está adiantando muito e tá aumentando minha fome! - Disse Arnaldo.
-Vamos lá gente a última tentativa!
-AHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!- Gritaram todos juntos.
Quando estavam quase desistindo um alçapão se abriu no teto bem atrás deles revelando uma mulher loira com peit... com dotes consideráveis.
-Puta merda parem de gritar eu quero dormir! - Gritou ela.
-É ela a bruxa! -Gritou Erick, enquanto se escondia atrás da cabeça de Janaína.
-Renda-se bruxa malvada ou eu vou...- Mas Paulo foi interrompido pela bruxa – Vai o que? Respirar em baixo d'água?
E com um movimento das mãos a bruxa fez com que Paulo evaporarasse sem deixar vestígios.
-Quá! – Disse Alberto Jorge.
Nesse exato momento uma inocente minhoca fez a besteira de passar por cima do pé de Arnaldo, fazendo com que o mesmo inchasse de medo.
-Arnaldo pare com isso você vai deixar a bruxa ainda mais brava! – Gritou Vítor!
-Minhocas assassinas querem me comer! - gritava Arnaldo apavorado.
Seis horas depois quando nossos heróis finalmente conseguiram acalmar Arnaldo e ele finalmente conseguiu desinchar, foi que notaram que a bruxa tinha ficado por debaixo dele esse tempo todo.
-Arnaldo você matou a bruxa estou tão orgulhoso de você! – Dizia Maurílio enquanto derramava diamantes de emoção.
-Ó Jesus, né que foi. – Disse Arnaldo.
Mal ele acabara de completar a frase o corpo da bruxa começou a brilhar e flutuar, o que lembrava um vaga-lume gigante.
-What the hell – Disse Erick.
          -Isso não é justo, somos apenas cinco contra um! – Disse Maurílio.
          -Gente isso não é hora para reclamar precisamos lutar – Gritou Janaína.
-Ela está certa – Concordou Thomás.
Enquanto todos preparavam-se para atacar, foram detidos por uma voz:
-Calma gente eu não sou mais uma bruxa má!
-Como assim?! - Exclamaram todos ao mesmo tempo.
-A minha maldade vinha de um feitiço foi lançado em mim a muitos séculos atrás, eu sou na verdade uma fada!
-Pra mim você parece um vaga-lume – Disse Janaína.
-Isso é porque minha forma real é complexa de mais para os seus olhos humanos.
-Mas dona fada ela não é humana, ela tá mais pra uma anta! Kkkkkkkkkkkk! - Disse Vítor
-KKKKKKKKKKKK – Riram os outros enquanto janaína olhava-os com ar de repreensão.
-Enfim, o feitiço foi lançado há muito tempo – continuou a fada- ele me transformava em uma pessoa má, que fazia maldade o tempo todo, e se quisesse quebrar o feitiço teria de passar um quarto de dia sem praticar nenhum ato meléfico, e ao ficar desacordada por todo esse tempo, eu atingi essa meta.
-Nossa e como você não morreu asfixiada? - Perguntou Arnaldo.
-Eu consegui espaço para respirar por entre uma de suas dobrinhas.
-Ahhh então era você? Pensei que fossem mais minhocas me atacando!
-Mas para mostrar minha gratidão eu vou lhes dar um prêmio!
-Pode ser comida? - Perguntou Arnaldo antes que alguém dissesse qualquer coisa.
-Não, estive pensando em algo melhor! - Disse a fada
-O que pode ser melhor que comida? - Perguntou Arnaldo incrédulo.
- Eu irei reviver um amigo seu, quem vocês querem que seja?
-Isso não é melhor que comida, mas fazer o que - murmurou Arnaldo.
            Um momento de silêncio se passou e todos afirmaram ao mesmo tempo:
- O Paulo! - Exceto Arnaldo que diferente de todo mundo gritara:
-Meu cágado, o Adamastor Paixão!
-Porra Arnaldo, você prefere reviver um cágado? - Perguntaram os outros.
- Que que tem? Ele era meu amigo, pense você sem o Alberto Jorge – Respondeu Arnaldo apontando para Vítor.
-Bom, não posso dizer que ele tá mentindo – Murmurou Vítor
-Não importa- Disse Thomás – Nós ganhamos por maioria!
-Na verdade não! - Respondeu a fada – Para o feitiço de concretizar a decisão tem que ser unânime.
   -Já sei vamos tirar zerinho ou um, quem ganhar escolhe! - Disse Vítor
   -Não se pode decidir uma vida no zerinho ou um! - Gritou Janaína.  
    -Cala a boca mulher - Disseram todos os outros e deu-se início a primeira partida.
Após árduas partidas que resultaram em empate finalmente havia um vencendor que por incrível que pareça foi Arnaldo.
Ludibriado pelo sabor da vitória Arnaldo zombou dos colegas:
-CHUPA essa manga bando de otário!
-Que seja feita sua vontade – Disse a fada.
-Como assim minha vontade? - Perguntou Arnaldo mas agora já era tarde.
A fada desaparecera numa enorme cortina de fumaça de onde só se pode ouvir:
-Pessual eu sabia que vocéis num ia me abandunar taum cedu!
-Nãããããããããããããããão! - Gritaram Thomás e Maurílio ao ver ninguém mais ninguém menos que chupa.

To be continued...

Quem sou eu

Minha foto
Técnico em manutenção de computadores e estudante de jornalismo da UFAL, desde sempre manifestou grande interesse pelo uso e manutenção de computadores, começando desde cedo suas aventuras e experiências com hardware e software. Deixando de lado a área da informática, gosta muito de ler e escrever sobre os mais diversos temas.